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OS MELHORES VINHOS PORTUGUESES

Esta é uma selecção de vinhos da responsabilidade da Charm&Comfort, em que nos preocupámos apenas com o melhor que cá se faz.
Retemos somente vinhos que se encontrem dentro de critérios de excelência.

A nossa classificação faz-se de 1 a 10, e aparece entre parênteses, junto à marca indicada. Mas, como se verá, não aparece nada abaixo do muito bom (7).

No caso dos vinhos generosos, apenas apontamos as marcas escolhidas, as classificações, e os preços que conseguimos apurar (e que podem variar de loja para loja). Nos outros, tintos e brancos das principais regiões de produção, procuramos deixar mais algum comentário indicativo.

I - Douro e Trás-os-Montes

TINTOS

- Alves de Sousa Reserva Pessoal 2000 (8) 40€
Elegante, sofisticado, intenso, denso, vale bem o que é suposto custar.

- Aneto 2003 (8) 20€
O rótulo por detrás da garrafa informa que «Aneto é uma planta aromática e medicinal, considerada erva mágica, utilizada para poção do amor» – o que ajuda a cativar-nos. E depois prende-nos um vinho cheio de força e bem amadurecido. Preço aceitabilíssimo.

- Barca Velha 1995 (8,5)
O ícone dos tintos portugueses, numa criação do velho Fernando Nicolau de Almeida. Só se faz em anos excepcionais. O enólogo principal da Casa Ferreirinha, José Soares Franco, continua a esforçar-se por manter a harmonia perfeita. Vale o dinheirão que pedirem.
Ferreirinha Reserva Especial 1998 (8,5) É mais um dos ícones da Casa Ferreirinha. Nos anos bons, que não são suficientemente bons para se fazer o Barca Velha. Não falemos de preços, mas de grandes prazeres.
Quinta da Leda 2003 (8,5) 20€. Desde que a vinha da Barca Velha escapou ao universo Ferreirinha, é desta Quinta da Leda que saem os grandes vinhos da Casa, a começar pelo Barca Velha propriamente dito e pelo Reserva Especial. Na hierarquia da Casa, o Quinta da Leda vem logo a seguir, e à frente do Callabriga (7,9) e do Vinha Grande (7,5) – este último uma fantástica combinação de qualidade e preço (10€). O Callabriga andará por uns merecidos 18€, e o Quinta da Leda por uns também merecidos 20€.

- Batuta 2003 (9)
Uma das pérolas de Dirk Niepoort, exigindo consumidores que lhe saibam apreciar toda a opulência, toda a elegância, toda a concentração. E falar de preços, nestes casos, é deselegante.
O Charme 2002 (9,5) é outra pérola de Dirk Niepoort, que parece dificílima de encontrar. Se o vir, e puder, não discuta preços – leve-o para casa, e beba-o devagar, numa conversa muito romântica.
Redoma 2002 (9). Mais uma espécie de obra de arte de Dirk Niepoort. Vale à vontade os 25€, e valia seguramente mais. Mas para quem quiser poupar, Niepoort preparou um mais modesto Vertente (7), a uns 11€.

- Calheiros Cruz (8)
Os 8 pontos acima dados são para dois vinhos deste produtor: o Touriga Nacional 2001 e o Grande Escolha 2000. O primeiro ainda por cima muito acessível (10€), e o segundo a um preço razoável se não ultrapassar muito os 20€. Sabores elegantes, mas firmes.

- Campo Ardosa RRR 2003 (9)
O must da Quinta da Carvalhosa (que tem outros produtos muito recomendáveis). Mostra que uns enólogos alemães se adaptaram completamente ao terroir do Douro. O segredo parece estar especialmente na cuidadíssima selecção das uvas. O RRR terá só 3 edições por década. O preço de luxo condiz com o vinho.

- CARM Praemium 2000 (7,5)
Aromas ricos, ardores suaves, resultados magníficos. Da mesma casa, também valem a pena o Grande Escolha e o Reserva de 2001. Preços aceitabilíssimos, entre os 12 e os 15€.

- Chryseia 2003 (9) 35€
 Uma espessura consistente de sabores a madeira e fruta, que enche completamente a boca, faz esta experiência especialíssima da Casa Prats & Symington. Só em anos bons (em 2002, por falta da necessária qualidade, foi substituído pelo Post Scriptum (7,5), agradabilíssimo produto, muito mais barato (10€), e ainda assim imperdível). Este é dos casos em que o preço não se discute.

- Confradeiro 2003 (8)
É um daqueles vinhos bem redondos da Sogrape (adquirido com a Sandemen), cheios de equilíbrio, capazes de nos darem excelentes prazeres. E, por falar em Sogrape, o Douro Reserva (6,5) é um bom compromisso qualidade / preço.

- Dado 2003 Dão / Douro (8,5)
Como o nome indica, é uma mistura de Dão com Douro – há quem ache mais Dão que Douro. Reuniram-se dois dos melhores produtores das duas regiões, que são também dos melhores enólogos: Dirk Niepoort (Douro) e Álvaro Castro (Dão). O resultado é finíssimo. E o preço (17€) muito atraente.

- Duas Quintas Reserva Especial 2003 (8,5)
Magnífica dupla, a do produtor Adriano Ramos Pinto com o enólogo João Nicolau de Almeida. Uma aposta clara e bem conseguida na elegância. Talvez valha a pena guardá-lo um tempo.
De resto, esta dupla dá-nos outros excelentes vinhos: o Duas Quintas Reserva 2003 (8,5) e o Duas Quintas Colheita 2003 (7) – este último uma das melhores combinações qualidade preço (7€). Evite o ano 2000, mas se puder, atire-se ao 2001.
Para não falar já de outra boa marca da casa, a Quinta dos Bons Ares (7).

- Esmero 2003 (8,5)
Um vinho esmeradíssimo de Rui Soares, feito por Rui Soares, com uma mistura impressionante e perfeita de 11 castas – onde se nota a qualidade e a diferença. Vai ser comercializado a partir de Dezembro de 2005.

- Evel Grande Escolha 2001 (8)
A Real Companhia Velha está a fazer, com este tinto redondo e aveludado, o Evel, voltar aos seus tempos gloriosos. E a um preço bem comedido (vi-o a 11€ numa das feiras dos vinhos, embora o preço normal suba naturalmente para cima dos 15€).

- Lavradores de Feitoria Grande Escolha 2003 (8,5)
Estes Lavradores da Feitoria trabalham com uvas de vários produtores, e conseguem produtos deste nível: um tinto retinto, de solidíssima estrutura, a equilibrar fruta e madeira. Os 30€ por garrafa estão lindamente. Há outros excelentes vinhos destes produtores, a óptimos preços.

- Pintas 2003 (9)
Suponho que este vinho apareceu em 2001, e tornou-se imediatamente um vinho de culto. É feito com uvas de vinhas velhas, de mais de 70 anos. Ganha em envelhecer na garrafa. Talvez valha mesmo a pena procurar o de 2001. O normal é que vá encarecendo com o tempo.

- Poeira 2003 (8,5) 25€
Apareceu na mesma altura do Pintas e, embora menos consensual, tornou-se outro vinho de culto. Não deixa de ser muito harmonioso e muito envolvente.

- Quanta Terra 2003 (7,5) 11€
Vigoroso, voluptuoso, frutuoso, e a um preço delicioso.

- Quinta da Casa Amarela Reserva 2003 Douro (7,5) 22,5€
Um vinho vivo, brilhante e perfumado, que estará no mercado a partir de Dezembro de 2005.

- Quinta do Côtto Grande Escolha 2001 (8,5) 45€
É já um grande clássico de Miguel Champalimaud, agora com o enólogo Manuel Lobo Vasconcellos. Na poupança, pode-se optar pelo Quinta do Côtto (7) normal (10€) – a que Jancis Robinson, qualificando o colheita de 98 entre muitos outros vinhos portugueses, deu uma das suas classificações máximas. Evitar o colheita de 2002.

- Quinta do Crasto Touriga Nacional 2003 (8)
É o melhor entre vários magníficos vinhos desta casa – como o Tinta Roriz 2003 (7,9) e o Reserva 2003 (7,75).

- Quinta de Roriz Reserva 2002 (7,5)
Um belo vinho acetinado, com aromas soltos. Carote.

- Quinta das Tecedeiras
Um produtor com várias excelentes hipóteses: Dourat 2003 (8), Tinto Cão 2001 (8), Touriga Nacional 2001 (7), etc.

- Quinta do Vale Meão 2003 (9,5) 45€
Este produtor, Francisco de Olazábal, antigo presidente da Casa Ferreirinha e descendente de D. Antónia, foi para a sua Quinta do Vale Meão, reestruturou a vinha da Barca Velha, e ficou a produzir um dos maiores vinhos do Douro. No seu filho e enólogo da casa, Francisco de Olazábal Nicolau de Almeida (assim mesmo, com os apelidos trocados, à espanhola, como é a família do pai), corre o sangue e a sabedoria do avô Fernando Nicolau de Almeida.
E depois há o Meandro, um magnífico segunda escolha (7) deste produtor, a preços módicos (9,5€).

- Quinta do Vallado Reserva 2003 (9)
Outro descendente de D. Antónia, que se empenhou em fazer um magnífico vinho do Douro. Com o mesmo enólogo de Vale Meão. Bons parentescos.
Também muito apreciável o segunda escolha, o colheita Vallado (6,5), a 7€.

- Valle Pradinhos 2001 (6,5) 9€
Um transmontano asseadíssimo e a preço módico.


BRANCOS

- Alves Sousa Reserva Pessoal branco 2001 (8)
Um vinho que sobressai pela qualidade e pela diferença: carregado na cor, pesado nos aromas, denso na boca – estamos numa nova classe de brancos a que nos habituamos com muito prazer.

- Castello D’Alba 2003 (8) 4,5€
Muita harmonia e equilíbrio: um excelente vinho a muito bom preço.

- Duas Quintas branco 2004 (7) 7€
Mais uma boa prova da dupla Ramos Pinto / João Nicolau de Almeida. (7€). Que faz outra proposta logo abaixo, o Quinta dos Bons Ares branco (6,5).

- Grandjó Late Harvest 2002 (7)
Uma colheita tardia, que propicia a podridão nobre. Para fazer sobressair os foies.

- Paço do Teixeiró (6,5)
Há quem o qualifique como vinho verde, pelas castas (Loureiro). Mas é um bom Douro, da Quinta do Côtto.

- Planalto Reserva 2003 Douro (6,5)
Um clássico a recuperar os pergaminhos.

- Quinta do Cidrô Chardonnay Reserva 2002 (6,5)
Um bom branco da Real Companhia Velha (7€). Outro: Quinta do Cidrô Sauvignon Blanc 2003 (6,5), a 4,5€.

- Quinta do Vallado 2004 (6)
A elegância sóbria da Quinta do Vallado (6€).

- Redoma Reserva 2004 (8,5)
Dirk Niepoort a brilhar nos brancos. Também tem um dos melhores Late Harvest (8). E, depois, há os magníficos Redoma Branco (7,5), Niepoort Chardonnay 2003 (7), Riesling 2004 (8). Preços a condizer com as qualidades.

- Valle Pradinhos 2004 (7,5)
Cheio de flores, cheio de vegetais – muito atraente.


II – Dão

TINTOS

- Carrocel 2003 (9,5) 30€
Este é talvez o must entre uma quantidade muito razoável de excelentes vinhos de Álvaro Castro, da Quinta da Pellada, em Seia. É um vinho em que tudo é forte e bem estruturado, e também elegantíssimo.E Álvaro de Figueiredo e Castro é dos mais criativos autores de vinhos do Dão, que ali se dedica desde 1978 a criar grandes vinhos. Como, só a título de exemplo, estes: Pape 2003 (9) 18€, Quinta da Pellada Touriga Nacional 2002 (9) 16€, Tinta Roriz 2002 (8) 16€, Estágio Prolongado 2003 (8,5) 18€, Quinta da Pellada 2003 (8) 18€.

- Dado 2003 Dão / Douro (8,5) 17€
Como o nome indica, é uma mistura de Dão com Douro – há quem ache mais Dão que Douro. Reuniram-se dois dos melhores produtores das duas regiões, que são também dos melhores enólogos: Dirk Niepoort (Douro) e Álvaro Castro (Dão). O resultado é finíssimo. E o preço pode considerar-se muito atraente.

- Pedra Cancela Touriga Nacional 2004 (9) 10€
Madeira, taninos grossos, muita densidade. O Pedra Cancela 2004 (8) 6€, está um pouco mais fechado, mas com envergadura.

- Pedro & Inês 2003 (8,5) 40€
Este vinho tem também a sua história romântica: foi encomendado pelos Júdices da Quinta das Lágrimas (a de Coimbra, a de Pedro e Inês), à Quinta de Cabriz, pretendendo-se algo realmente luxuoso. Escolheram-se 2 castas do Dão (a feminina Baga e a masculina Alfrocheiro), de entre o melhor que a Quinta de Cabriz produz, e o vinho só de faz em anos bons (até agora, 2001 e 2003).

- Quinta de Cabriz 2003 Four C (9)
O Four C significa 4 castas: Touriga Nacional, Tinto Cão, Baga e Trincadeira. Resultado: o melhor vinho da casa.
Foi em finais dos anos 90 que este produtor mudou o rumo da Quinta. O enólogo Virgílio Loureiro andou por lá a assessorá-lo. Os resultados foram inteiramente satisfatórios. Cá temos ainda o Escolha 2003 (8), o Pé Franco 2003 (8) 40€, o Superior 2003 (7) 12€, o Tinto Cão 2003 (7,5) 30€, e o Touriga Nacional 2003 (7,5) 11€. É preciso notar a excelência do ano 2003, também por estas bandas.

- Quinta Carvalhais  Reserva 2002 (8,5) 37,5€,
Há quem diga que foi a Quinta dos Carvalhais (que entrou, com a Casa Ferreirinha, para a Sogrape), pela mão no enólogo Manuel Vieira, que modernizou os vinhos do Dão a partir de 1996. Hoje constitui a grande base da Sogrape no Dão. Este Reserva 2002 é realmente um vinho moderno, mas nobre, e denso, e fino, e elegante. Há ainda o Touriga Nacional 2000 (7,5) 19€, Alfrocheiro 2003 (8).

- Quinta do Corujão Garrafeira 2000 (8,5)
Um clássico, acetinado, acentuado na boca. Também vale a pena o Reserva 2003 (8) 6,5€, mais suave, embora robusto.

- Quinta do Perdigão Reserva 2003 (8,5)
Uvas bem maduras deram um vinho balsâmico, para muitos gostos. Experimente-se também o Touriga Nacional (8,5) 20€, depois de o deixar algum tempo em garrafa.

- Quinta dos Roques Alfrocheiro 2003 (8,5)
Estou aqui a destacar os varietais deste produtor (também o Touriga Nacional 2003 (8) 20€), que é o seu melhor, mas a fama veio-lhe com os Reservas.

- Vinha Paz Touriga Nacional 2004 (9)
Boa concentração, belíssima boca. Também muito afinado o Reserva 2003 (8,5) 10€


BRANCOS

- Paço de Santar Vinha do Contador 2004 (8,5) 15€
Um branco cheio e volumoso, daqueles que não estão pensados para o peixinho grelhado – mas para coisas sérias.

- Quinta de Cabriz Colheita Seleccionada 2004 (7) 3€
Este já está melhor para o peixe grelhado, e outras suavidades frescas.

- Quinta de Carvalhais Encruzado 2004 (7,25) 12€
Notável acidez, num vinho equilibradíssimo.

- Quinta dos Roques Encruzado 2004 (7,5) 8€
Finíssimo e muito envolvente.


III – Bairrada e Beiras

TINTOS

- Diga? 2003 (9) 25€
Um grande vinho feito apenas com Petit Verdot, em pequeníssima produção (8oo garrafas), e que é o ex-libris do maior produtor da Bairrada, a casa Campolargo. Tem outros produtos magníficos: o Calda Bordalesa 2002-3 (8,75) 20€ – austero, vigoroso, muito bem estruturado –, o Campolargo 2003 (8,5) 20€ – redondo e afinado.

- Encontro I 2003 (8,5) 30€
Feito apenas nos melhores anos, é um vinho bem concentrado e envolvente.

- Filipa Pato Baga 2003 (8)
Um vinho moderno, tipo Novo Mundo.

- Quinta do Ribeirinho Pé de Franco 2003 (9) 125€
Este é o melhor e mais dispendioso resultado da vasta e diversificada produção de Luís Pato. Recomenda-se também o Luís Pato Vinha Pan 2003 (8,5) 25€ – um tinto denso com estrutura muito aromática –, e o Vinha Barrosa 2003 (8) 25€ – aroma discreto, mas muito elegante.

- Quinta das Baceladas 2003 (8,5) 10€
Um tinto das Caves Aliança, muito maduro e cheio de sabor.

- Quinta das Bageiras Garrafeira 2001 (9) 45€
Um bom tinto, de cor concentrada e aromas densos. Também já está no mercado o de 2003, que não perde em nada. E também não perdem os Reservas 2001 e 2003 (8) 8,40€

- Quinta de Baixo Garrafeira 2003 (9)
Grandes tintos garrafeiras tem feito esta quinta: volumosos, densos, mastigáveis.

- Quinta da Dona 2003 (9)
Um vinho denso, espesso, profundo. 

- Sidónio de Sousa Garrafeira 2000-1 (9-8,5)
Esta casa tem uns garrafeiras cheios de impacto.


BRANCOS

- Almeida Garrett Reserva 2001 (8) 8,5€
Um vinho fresco, redondo, muito limpo. E ainda um aceitabilíssimo Chardonnay 2003 (7,5) 4,60€

- Quinta das Bageiras Garrafeira 2001-2 (9-8,5) 12,40€
Estes óptimos garrafeiras brancos, de aromas intensos e grande complexidade, mostram que não só de bons espumantes e tintos vive a Casa.


IV – Estremadura

TINTOS

- Casa Santos Lima Syrah 2003 (7,5) 4,5€
Este produtor tem estar a ensaiar com sucesso, e a preços bem simpáticos, as melhores combinações de castas. O Syrah é o que está mais bem conseguido. Mas não fará mal provar outros seus vinhos.

- Grand’Arte Touriga Nacional 2003 (8,5)
Uma marca de vinhos varietais, muito virada para a exportação, e que trabalha especialmente a Touriga Nacional.

- Pactus Touriga Nacional 2003 (7,5) 6,5€
Esta Sociedad Agrícola do Carneiro está a fazer muitos outros excelentes vinhos, a preços óptimos.

- Quinta da Cortezia Reserva 2001 (8) 14€
É sempre a Touriga Nacional a dominar bem, no Reserva e no Touriga Nacional 2001 10€.

- Quinta do Monte d’Oiro Aurius 2001 (9) 34€
Todos os vinhos da Quinta do Monte d’Oiro – incluindo o Quinta da Nora (7) 14€ – são para ter na máxima conta. São os grandes afectos do seu sapientíssimo produtor, José Bento dos Santos.

- Quinta de Pancas Praemium 2003 (9) 35€
Esta Quinta de Pancas, que vende sobretudo a sua baixa gama, tem ainda outros vinhos extraordinários, como os Special Selection, sobretudo o Touriga Nacional 2001 (9) 22,70€, e os Reserva Especial 2003 (8) e Reserva 2001 (7,5). Mas este Praemium é todo um somatório de verdadeira nobreza e sofisticada elegância.

- Quinta do Sanguinhal Reserva 1998 (7,5) 10€
Este vinho contido e elegante é o perfeito exemplo de como a Quinta do Sanguinhal, nas terras adversas do Bombarral, tem modernizado os seus vinhos e vinhas. Tem ainda algumas boas combinações de castas (particularmente o Touriga Nacional / Syrah, (7)). E, no estilo clássico, de sempre, cá continua o Quinta das Cerejeiras Reserva (7).


BRANCOS

- Chocapalha 2003 (8) 8€
Uma das felicíssimas misturas de Arinto com Chardonnay, que tão bons resultados está a dar nesta e noutras zonas.

- Morgado de Sta Catarina 2003 (7,5) 9€
Um dos clássicos brancos de Bucelas, e de Portugal.

- Quinta do Monte d’Oiro Vindima 7 de Outubro Viognier 2003 (8,5)
Uma espécie de late hervest, mas seco. Um capricho de José Bento dos Santos. Mas os seus caprichos, em vinhos, costumam ser obras de arte. E agora o Viognier normal da casa: Madrigal 2004 (8).

- Quinta de Pancas Chardonnay 2003-4 (8-7,5)
O Chardonnay no seu melhor.

- Quinta da Romeira Chardonnay / Arinto 2003 (7)
Um bom exemplo da modernização dos brancos de Bucelas.


V – Ribatejo

TINTOS

- Companhia das Lezírias Reserva 2003 (8) 25€
Um vinho com muita garra, a marcar a afirmação do Ribatejo na reestruturação das vinhas.

- Conde de Vimioso Reserva 2003 (8,5) 16€
Estilo moderno, bem feito, elegante na boca, presta-se ao gosto actual.

- Lagoalva de Cima Syrah 2000 (8,75) 25€
Um dos melhores Sirah portugueses. De resto, a Quinta da Lagoalva de Cima transformou-se numa vanguarda dos vinhos do Ribatejo. Para além dos seus magníficos varietais (de que se destaca o Alfrocheiro 2001 (8,5)), tem esta extraordinária combinação qualidade / preço: Quinta da Lagoalva Reserva 2001 (7) 6€. Infelizmente o Reserva 2003 piorou um pouco.

- Marquesa de Cadaval 2003 (8,75)
O top da Casa Cadaval. Vigoroso, elegante e com carácter.

- Quinta da Alorna Reserva 2003 (8) 5€
A marca da Quinta da Alorna está a substituir os vinhos correntes pelos de qualidade. O seu processo de modernização vem sendo bem sucedido, como se vê por este vinho, a muito bom preço.


BRANCOS

- Quinta da Alorna Chardonnay Reserva 2004 (8) 4,50€
Afrutado, abaunilhado, aveludado – aprovado. E fresco e equilibrado o Quinta da Alorna Arinto Chardonnay Reserva 2004 (7,75) 3,50€.


VI – Palmela / Setúbal

TINTOS

- Hexagon 2000 Magum (9) 60€
O produto de honra da José Maria da Fonseca. Vigoroso, robusto, concentrado – belíssimo. Só se vende em garrafas Magnum.
Depois há os fantásticos varietais Domingos Soares Franco Colecções Privadas: Syrah 2003 (8,5) Touriga Nacional 2003 (8,75) e Touriga Franca 2001 (8,25) 12€.
E há ainda o tradicional CO Garrafeira 1999 (8) 20€ e o cálido RA 2004 (8,75).

- Leo d’Honor Garrafeira 1999 (8,5) 25€
A Casa Ermelinda de Freitas, empresa familiar na 4.ª geração, com 100 has. de vinha Castelão e 3 de Fernão Pires, fez este grande e elegante tinto  com as suas vinhas velhas. E, para além dos seus produtos mais correntes e económicos, ainda assim de qualidade, apresenta ainda outro belo e moderno tinto: o Quinta da Mimosa 2003 (7,5) 6€.

- Má Partilha 2000 (8,75)
Um excelente Merlot, de António Francisco Avillez, que tem vindo a melhorar ano a ano.

- Palácio da Bacalhôa 2000 e 2003 (8,75)
Um Cabernet Sauvignon ao melhor estilo dos melhores Cabernets de Bordéus, com Merlot à mistura. Sempre foram magníficos, estes vinhos da Quinta da Bacalhôa, incluindo o propriamente dito Quinta da Bacalhôa 2002 (8) 15€ – fino, elegante e macio.

- Stanley 2003 (8)
A Fundação Stanley Ho pôs este vinho atractivo e moderno, de aroma invulgar.


BRANCOS

- Adega de Pegões Colheita Seleccionada 2004 (7) 3,75€
Um vinho correcto, que passa bem na prova de boca.

- Cova da Ursa Chardonnay 2003 – 2004 (8) 8,50€
Aroma intenso, bom corpo – outro produto da JP Vinhos, que vai passar a chamar-se Bacalhôa – Vinhos. Mais corrente, a empresa apresenta-nos o Catarina 2004 (7).

VII – Alentejo

TINTOS

- Adega Corporativa de Borba Cinquentenário Grande Escolha 2003 (8,5) 27€
Com o perfil bem encorpado dos vinhos de Borba, acentuado pelas castas Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet e Syrah, este é um grande vinho com que a Adega Corporativa de Borba celebra os seus cinquenta anos de actividade. De resto, esta é uma empresa de sucesso, com grandes exportações (começou agora a exportar 60 mil garrafas para a China), e vinhos muito característicos. Podem-se provar os seus Garrafeiras 2001 e 2002 (7,5) 12€. E há ainda o célebre Reserva – rótulo de cortiça 2001 (7) 8€.

- Baron de B Reserva 2001 (8) 22€
Um vinho polémico, que provoca opiniões desencontradas. Fruta bem madura, corpo cheio, bem elaborado.

- Conde d’Ervideira Reserva 2003 (8,5) 15€
Era o topo da gama deste produtor. Um tinto austero mas muito fino, bom exemplo do que pode ser a elegância dos vinhos alentejanos. Vai agora aparecer o Garrafeira 2003, um caso ainda mais sério (9) 30€. Especialmente recomendáveis ainda dois dos varietais das Castas Ervideira: o Touriga Nacional (8,5) 7€ e o Alfrocheiro (8,5) 7€.

- Cortes de Cima Reserva 2001 (9,5) 50€
Este é merecidamente um dos novos ícones do Alentejo. Para não adjectivar demasiado, fiquemo-nos pelo final longo e bem prolongado. Um valor muito sólido. Outros produtos excepcionais da casa: Touriga Nacional 2003 (8,5) 22,50€; Incógnito (8,5) 55€ – e o Cortes de Cima vulgar (7,5) 11€ é uma extraordinária relação qualidade / preço.

- D’Avillez Garrafeira 2000 (9) 25€
Aqui temos um vinho com carácter, muito vigoroso, daqueles que valem muitas missas. O pior é constar que o produtor, Jorge Avillez, está a vender as suas vinhas à Adega Corporativa de Portalegre, e a preparar a reforma. Mesmo o seu tinto mais corriqueiro, o D’Avillez 2001 (7,5) 10€ constitui das melhores relações qualidade /preço.

- Dona Maria Reserva 2003 (9) 25€
Júlio Bastos, depois de deixar a Quinta do Carmo, mostra aqui que a produção de vinhos de qualidade lhe está no sangue. Para prazer de todos nós.

- Esporão Private Selection Garrafeira 2003 e 2001 (9,5) 30€
Um vinho viril, "quente" e carnudo. Este grande produtor, depois de conquistar mercados indo ao encontro dos gostos dominantes, esmera-se agora em vinhos de grande carácter. Veja-se o Quatro Castas Reserva 2002 (8,5) 14€, com toda a sua elegante confeitaria. O Esporão Reserva 2003 e 2002 (8,5) 17€ revela também uma excelente harmonia. E muita atenção às Castas da Herdade do Esporão entre 10 e 13€.

- Francisco Nunes Garcia Reserva 2001 (9) 20€
Elegante, equilibrado, harmonioso, concentração perfeita, vinho extraordinário, pronto a beber.

- José de Sousa Mayor 2001 (8,5) 19€
O José de Sousa foi o mítico vinho com que o Alentejo – através do produtor José de Sousa Rosado Fernandes, com a preciosíssima colaboração técnica do Eng. Manuel Vieira – respondeu ao duriense Barca Velha. E que grande vinho! Hoje é uma memória apenas. A marca foi comprada pela José Maria da Fonseca, que faz um medíocre e portanto caro José de Sousa. Mas capricha mais neste José de Sousa Mayor – num estilo sério e tradicional.

- Marquês de Borba Reserva 2003 (9) 35€
Um verdadeiro aristocrata alentejano, todo suavidade, veludo e sedução. Temos aqui o topo da gama dos inúmeros vinhos – e vários excelentíssimos – que faz João Portugal Ramos, enólogo que revolucionou o sector no Alentejo. Outros: os Quintas da Viçosa 2003 (8,9) 27€, as castas João Portugal Ramos, entre 10 e 11€, o Vila Santa (8,5) 12€.

- Mouchão 2001 (8,5) 25€
Uma concentração densa de sabores, que enche a boca e fica na memória. De resto, de uma casa com pergaminhosa antigos de bons vinhos. E depois há o Herdade do Mouchão Tonel 3-4 1999 (8,75) 35€, onde a finura se requinta mais ainda.

- Pêra Manca 1998 (9,75) 130€
É um daqueles vinhos alentejanos que sabe envelhecer – tente lá o Pêra Manca 95 (9,9). Um aroma complexo, com o equilíbrio e a harmonia que roçam a perfeição. É uma das marcas mais antigas, que vem do Séc. XIX, como o rótulo de Bordalo Pinheiro. A Cartuxa adquiriu-a, para o must entre os seus bons vinhos. O Cartuxa 2002 (7,75) 12€ é um magnífico tinto, macio e cheio.

- Quinta do Carmo Reserva 2002 (9) 40€
Um elegante e robusto vinho tinto, muito bem equilibrado, com o cunho Rotchild, e partindo das excelências já cultivadas por Júlio Bastos (que se mudou agora para o D. Maria, atrás referido). O Quinta do Carmo normal (8) já vale muito a pena 17,50€.

- T Quinta da Terrugem 2002 ou 2001 (9-9,5) 40€
A Quinta da Terrugem criou um grande, um enormíssimo tinto, cheio de carácter. Se o vir, agarre-o.

- Tapada de Coelheiros 2001 Garrafeira (9) 45€
Como alguns novos produtores do Alentejo apostaram com sucesso na máxima qualidade: eis um exemplo da excelência que se pode atingir em relativamente poucos anos. O mais corrente Tapada de Coelheiros 2002 (8,5) 22,5€, também vale muitíssimo a pena.

- Zambujeiro 2002 e 2001 (8,8) 41€
Todo corpo, não se fala aqui em elegâncias. Fala-se em vigor e em concentrações. Os Terra do Zambujeiro 2002 e 2001 (8) 21€, cheios e encorpados, também não estão mal.


BRANCOS

- Baron de B Reserva 2003 (8) 11€
Produzido apenas a partir da variedade Antão Vaz e uma parte do lote fermenta em barricas novas de carvalho francês e americano. Um vinho com corpo – e não apenas para refrescar.

- Conde d’Ervideira 2004 (8) 7€
Um aroma meloso, e fruto doce. Mais um dos novos brancos que enchem a boca.

- Esporão Private Selecção Reserva 2004 (9) 13€
Será talvez o melhor branco alentejano, se nos dermos a estas ousadias de pouco relativismo. Desde a cor dourada, passando pelo equilíbrio aromático, até a forma cremosa. Não, não é para peixinhos grelhados, e para coisas a sério (teria de ser um grande peixe grelhado). E depois temos, também gordo e cheio, sobretudo óptimo, Esporão Reserva 2004 (7) 8€.

- Herdade Grande Colheita Seleccionada 2004 (7,5) 7€
Cá está um dos novos brancos alentejanos, cheio de elegância, suavidade e frescura.

- Pêra Manca 2003 (9) 14€
Ou será este o melhor branco alentejano. Que extraordinária combinação de Arinto com Antão Vaz. Que conjunto afinadíssimo. Também há brandos prazeres no Cartuxa 2003 (7) 7€.

- Tapada de Coelheiros Chardonnay 2004 (7)
Este branco cheio, macio, cremoso, é mais um exemplo, ao lado dos tintos fantásticos referiudos, da excelente produção de vinhos da Herdade de Coelheiros.


VIII – Vinhos Verdes

- Dorado Alvarinho Superior 2003 (8,5) 9,50€
É um destes Alvarinhos delicados, da zona de Melgaço, com sabor a Verão minhoto.

- Encostas de Paderne 2003 (8) 6€
Outro Alvarinho de Melgaço, muito equilibrado. O de 2004 resultou bastante pior.

- Muros de Melgaço, Muros Antigos 2004 (8,9) 11€
Mais um Alvarinho, talvez o mais fino de todos.

- Quinta do Ameal Loureiro 2004 (8) 5e €
Cá está um Loureiro bem perfumado, e de acidez elevada. Da mesma quinta, o Escolha 2003 (7,5) é mais redondo e fresco.


IX – Rosés

- Dom Martinho 2004 (7) 6€
Parecem estar de moda uns novos rosés. Experimente este, da prestigiada e alentejana Quinta do Carmo, que é leve, fresco e equilibrado – e veja se convence.

- Quinta da Alorna Touriga Nacional 2004 (7,5) 2,90€
Outra hipótese de um rosé, com notas mais adocicadas.


X – Espumantes

- Aliança Grande Reserva 1977 (8,5) 14€
As Caves Aliança foram consideradas recentemente uma das 20 melhores empresas de vinhos do mundo, pela prestigiada Wine Spectator. Este espumante, de aroma elegantíssimo e bolhas suaves, bem poderia ter contribuído para isso.
Também é uma boa aposta o Aliança Particular 2000 (8) 11€, de finíssimo aroma e agradável acidez.

- Loridos Extra Bruto 2000 (8)
Mais um magnífico fruto da união da JP com a Bacalhôa, elaborado com uvas da Quinta dos Loridos, no Bombarral. Um espumante bem seco, feito apenas com Chardonnay, de cor carregada, muito sólido.

- Murganheira Cuvée Especial 1991 (8,5) 20€
A Murganheira, com as suas vinhas na zona de Lamego, num terroir considerado especialmente apto para este tipo de vinhos, tem o seu nome associado a bons espumantes (e agora ainda mais, com a compra da Raposeira). Este é talvez o seu ex-libris actual, a distinguir-se por aquela suavidade muito elegante própria da marca.
Mas esta casa tem outros produtos tentadoríssimos, e a preços mais brandos: Millésime 1999 (8,5), Super Reserva 2000 (7), Velha Reserva 1996 (8), e Vintage 1998 e 1999 (8,5).

- Quinta das Bágeiras Grande Reserva 1999 (8,5) 17,50€
A Qta. das Bágeiras é um nome de referência da Bairrada, sobretudo pelos seus espumantes. Este é um bom espumante à antiga.

- Quinta dos Carvalhais Rose 2002 (8)
Eis a demonstração do que é um magnífico espumante rosé.

- Vértice Bruto Super Reserva 1999 (7,5)
Um bom espumante, frutado, cor de ouro palha e moderado na secura.


XI – Vinhos Generosos

PORTO

- Burmester Vintage 2000 e 1994 (9)
Muitos Colheitas excepcionais desta Casa.
Tordiz 40 Anos (9,5).

- Churchill Vintage 2000, 1994 e 1991 (9)
10 Anos (9)

- Croft Vintage 2003 e 1963 (9)
Também 1991 e 2000 (8,75)

- Dalva Vintage 2000 e 1963 (9)
Colheita 1975 e 1967 e 1952 (9)

- Dows Vintage Magnum 1994 e 1980 (9,5)
Vintage 2003, 1994 e 1963 (9,5)
30 Anos (9)

- Fonseca Guimarães Vintage 2001, 1991, 1976 e 1967 (9,5)
Fonseca Vintage 2003, 1985, 1977 e 1963 (9,5), 2000 e 1992 (9)
LBV 2000 (8)
40 Anos (9)

- Graham’s Vintage 2003, 2000, 1994 e 1963 (9,5)
30 Anos (9,2)

- Niepoort Vintage 2003 e 1997 (9,5)
LBV 1995 e 2000 (9)
Diversos Colheitas extraordinários.
10 Anos (9)
30 Anos (9,3)

- Quinta do Noval Nacional 2000 e 1963 (10)
Vintage: quase todos, nesta Casa, internacionalmente considerada a excelência das excelências.
LBV 1996 Infiltered (9)
Vários grandes Colheitas
40 Anos (9)

- Quinta do Vesúvio Vintage 2003 (9)
Quase todos os Vintage nos (9).

- Taylor’s Vintage 2003 e 1992 e 1963 (9,7)
Outros Vintage acima dos (9).
LBV 2000 e 1997 (8,8)
40 Anos (9,2)


MOSCATEL DE SETÚBAL

- José Maria da Fonseca Moscatel Roxo 1971 (9,75)
Trilogia (9,5)
Setúbal Superior Moscatel Roxo 1971 375 ml (9,5) 85€
Bastardinho de Azeitão 30 Anos 375 ml (9,25) 26€
Alambre 20 Anos 375 ml (9) 24€
Colecção Privada Domingos Soares Franco 2001 Moscatel (8,5)

- JP Moscatel de Setúbal 1994 (9)


MADEIRAS

- Barbeito Malvasia 1875 (9,5)
Vários outros Malvasias desta Casa, e o Boal 1957 (9)

- Blandy’s Boal 1958 e 1964 (9) 100€
Terrantez 1960 e 1975 (9) 105€

- Cossart Gordon Bual 1958 e 1908 (9) 95€ e 700€

- D’Oliveiras Reserva Moscatel (9,5) 260€
Diversos outros vinhos excelentes

- Henriques e Henriques Boal WS (9,5) 500€

- Justino’s Malmsey 1933 (9,5)
De entre outros bons, destaque para o Verdelho 1934 (9).

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